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Tipos de Resíduos que são Gerados ao Longo da Cadeia Produtiva Florestal

Com toda a variedade de madeira nas cidades e no campo, tanto seu cerne quanto sua casca podem ser usados para a produção de partículas de alta qualidade.

 

 

RESÍDUO DESCRIÇÃO EXEMPLO
PÓ DE LIXAMENTO Proveniente do processo de lixamento, na fase de acabamento, de uma peça. Apresenta-se como um pó muito fino cuja partícula varia de acordo com o número de aspereza da lixa.
DESTÔPO Proveniente do corte das pontas estragadas ou inúteis dos troncos, tábuas ou pranchas.
CASCAS Sobra do processo de descasque, quando se retira toda a parte da proteção natural do tronco (casca).
GALHOS E ÁPICES Sobras do processo para deixar apenas a árvore livre de partes finas e perpendiculares à parte principal do tronco.
COSTANEIRAS Sobra no formato de meia-lua contendo uma parte de madeira e casca não removida, proveniente da redução da tora em peças de seçãoretangular ou quadrada.
SOBRAS Peças processadas e acabadas, apresentando boa qualidade técnica e comercial, mas que não foram usadas nos produtos finais.
REJEITOS Peças que, ao sofrer o processamento, ficaram abaixo dos padrões técnicos ou comerciais geralmente por estarem quebrados, empenados, rachados ou trincados.
SERRAGEM Proveniente da ação mecânica de serras e máquinas de desbaste da madeira. Para cada tipo de máquina ou de serra há um resíduo peculiar, mas podem-se classificar tais sobras como finas ou grossas, conforme mostradas abaixo:
SERRAGEM GROSSA Formada de lascas, flocos, maravalha e cavacos. Mantêm uma boa quantidade das fibras do tronco.
SERRAGEM FINA Formada por pó de serra de diferentes tamanhos de partícula. Apresenta-se parecida como a farinha de mandioca.